Universo Paralelo e Criação do mundo (pt.01)


Para este post tomei como base o livro “As crônicas de Nárnia – O sobrinho do mago” do autor C.S.Lewis para escrever referente a este assunto. Muitos encaram “As crônicas de Nárnia” um livro totalmente infantil, de certa forma não estão errados de pensarem assim, mas para aqueles que tem uma vocação para o misticismo e ocultismo podem vir a ler e aprender muita coisa em relação as leis do universo.

Ocultismo uma palavra que causa medo para algumas pessoas, mas um exemplo simples para entender é usar o iceberg como exemplo, bom, como provavelmente sabem  icebergs é um tipo de montanha flutuante de gelo que nós vimos o ápice dela a cima da água do mar, mas sabemos quem a baixo ha mais uma imensa parte de gelo que não fica a vista aos nossos olhos, ou seja, sabemos que existe mas não vimos, fica oculto a nossa visão, entretanto ocultismo é falar sobre as coisas que existem mas não enxergamos.

Agora o foco deste post  “Universo Paralelo e Criação do mundo”. Como disse de início tudo agora que será escrito tirei como base no primeiro livro dos sete que compõe esta literatura de fantasia “Crônicas de Nárnia” sendo o primeiro livro ” O sobrinho do mago”.

Nesta trama inicial protagonizam dois personagens Polly e Digory que são vizinho que fizeram amizade em uma férias de verão. Digory tem um tio que considera ser esquisito, por ficar horas trancado no sótão e sempre que ele tenta falar com o garoto a tia sempre da um jeito de desviar o assunto, enfim, há um momento nas férias que os amigos ficam explorando uma casa abandonada em um sótão, que acabam descobrindo uma portinha, mas quando abrem deparam-se com um ambiente totalmente mobiliado, mas um objeto em específico chamou a atenção deles, eram dois pares de anéis um verde e outro amarelo e também deparam com o tio André aquele considerado esquisito.

Logo em seguida o tio presenteia a garota com um dos anéis e a oferece de cor amarela, logo que ela toca o anel ela desaparece, neste ponto percebemos o significado do anel amarelo, é um artefato material que representa uma chave para um portal que leva a uma outra dimenção, Digory preocupado com a situação que acabou de ver, o tio explica para o garoto que quando for voltar precisa colocar o anel verde no dedo, com isso descobrimos que assim há um meio que leva e que existe um outro que faz voltar. Com isso o garoto precisa colocar o anel amarelo e ir atras da Polly para explicar a exata função dos anéis.

Mais tarde na história quando o garoto coloca o anel amarelo no dedo ele simplesmente ve o tio e o ambiente onde estava sumir, teve a sensação de nada estar lhe tocando e uma sensação que estava em baixo d’água, foi nadando até que saiu em uma margem de um lago, e se depara com um local que se parece como um bosque que contém diversos lagos, a sensação que se sentiu foi de esquecer o que estava fazendo ali e provavelmente se sentia como se nunca tivesse saído de lá, de tanta paz e tranquilidade que o local produzia, com a trama prosseguindo Digory encontra Polly mas parecia que nunca tivessem se visto, mas após umas conversas relembraram o que tinha acontecido, enfim, com diversos lagos a disposição a escolher e sabendo dos funcionamento dos anéis, descobriram que este local onde estavam poderiam considerar um local de passagem, um local transitório entre um mundo e outro.

Escolheram um lago e mergulharam nele, com isso chegaram em um local totalmente estranho sem nenhum movimento, uma sensação de eclipse prestes a acontecer, aparentemente a muito tempo atras o local deveria ser bonito, mas agora so restavam galhos secos e ruinas, em um momento entraram em uma sala que parecia estar cheia de gente, mas na veerdade estavam todos vestidos mas imóveis iguais estátuas, percebendo que pela qualidade das roupas em comparação ao resto dos lugares e coisas havia magia nestas vestimentas, na mesa em frente destas figuras havia um sino com um martelinho de ouro, havia a inscrição:

“Ousado aventureiro, decida de uma vez:
Faça o sino vibrar e aguarde o perigo
Ou acabe louco de tanto pensar:
“Se eu tivesse tocado, o que teria acontecido?””

A menina estava receosa em bater o sino, enquanto Digory estava falando com arrogância com a Polly por ela não ter coragem, no ápice do poder e domínio o garoto bate o sino e ambos ficam se encarando – neste momente percebemos o que a ganância das pessoas podem fazer, mesmo que tenha consequências desagradáveis, muitas vezes punitivas, como lerão mais pra frente – o som suave de um sino dourado ao invéz de ir sumindo o som ficava cada vez mais alto e se propagava por todos os lugares, o local inteiro tremia e vibrava, com isso um feitiço foi quebrado e uma das “estátuas” ganhou vida, o modo como falava com as crianças não era nada agradável, a força era imensa, questão de pouco tempo começaram a escutar barulhos de desmoronamento, ela os conduziu pelo local levando-os a um terraço onde viram um sol muito grande muito maior que no nosso mundo com uma cor avermelhada muito forte, ela contando a história da cidade, que o povo vivia para os desejos dela, pois era rainha, e com uma palavra muito poderosa e maléfica ao ser pronunciada simplesmente fez tudo morrer, explicou que para o sol ser daquela cor é porque o mundo é velho, enquanto o nosso é mais novo, sol amarelo de tamanho menor e que produz mais calor são características de mundo novo, em um momento de discução sobre magia a rainha disse:

“magia e o sangue real andam sempre juntos. Alguém já ouviu falar de gente comum que
conhecesse feitiçaria? Não adianta mentir para mim; eu posso ver a verdade. Seu tio é o grande rei e o grande mago de seu mundo. Graças à sua arte, viu a sombra de meu rosto em algum espelho mágico ou num lago encantado. E, amor à minha beleza, manipulou um feitiço que abalou as bases do mundo e o levou através do abismo entre dois
mundos, para que rogasse da minha graça a concessão de ir até ele.”

Com um início de confusão a rainha/feiticeira soltou as crianças e neste momento oportuno elas pegaram os anéis, mas como a feiticeira estava segurando o cabelo da menina ela acabou viajando junto com eles, quando chegaram no bosque com diversos lagos, ela uma mulher com grande poder e feitiçaria neste local ela era totalmente impotente e nula. Quando as crianças estavam voltando pra casa de alguma maneira a feiticeira segurou a orelha de uma criança e chegaram ao nosso mundo, mas como ela era rainha de um mundo totalmente dominado pela maldade e o modo como governava não era das melhores, ocorreu uma baita confusão com ela não acostumada com o modo como vivemos, no nosso mundo ela não tinha poderes ou magia, mas a força física era estremamente imensa causando grande tumulto nas ruas, enfim, com a confusão acontecendo pelas ruas a crianças pensaram uma forma de chegar próxima a ela colcoar os anéis amarelos e irem ao bosque novamente para ver se la a feiticeira perderia novamente os poderes, mas no meio da confusão na rua junto com eles veio o Tio Andre, um cocheiro com o cavalo e a feiticeira, ela ao se ve rneste local ficou pálida totalmente enfraquecida, no desespero de fugirem da feiticeira, as crianças colocaram o anel verde e mergulharam novamente em um lago e todos novamente viajaram….

Para este post não ficar mais extenso como ja está, continuará o assunto no próximo post. Ao menos com isto aqui escrito conseguimos minimamente entender o conceito de Universo Paralelo.

Paz a todos.

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